Quer estudar no exterior?


O ceo da AmericanEdu, Humberto Costa, que também atua como diretor na CI Universidades, foi o entrevistado do jornal O Estado de Minas para um artigo sobre estudantes brasileiros em universidades estrangeiras. Acompanhe os principais pontos dessa entrevista.

Do sonho à realidade. O que mudou no perfil dos estudantes brasileiros que, de forma crescente, vem buscando cursar a graduação no exterior? Para o especialista e diretor da AmericanEdu, Humberto Costa, esses estudantes já não são apenas aqueles inseridos em ambiente internacional, porque já estudavam fora ou porque a família morava no exterior. “O perfil do bolsista mudou e hoje já não tem um caráter tão elitista”, comenta. Segundo ele, recursos como bolsas de estudo oferecidas pelas universidades, cotas para estrangeiros e processo seletivo mais simples fazem parte desse novo cenário.

Para Humberto, os Estados Unidos figuram como oportunidade para alunos que buscam a graduação no exterior, porque o país conta com mais de seis mil universidades e, muitas delas, oferecem oportunidades de bolsas para estrangeiros. “Instituições de ensino dos EUA, Canadá, Europa e até as asiáticas querem ter 30% de sua base (estudantes e corpo docente) formada por estrangeiros. A proposta é promover discussões acadêmicas com pontos de vista de diversas culturas.

A escolha de uma universidade, segundo Humberto Costa, deve passar por uma análise rigorosa, que inclua a forma como o aluno se posiciona nesse contexto. No caso de universidades muito famosas, que dão grande reconhecimento profissional, as chances de admissão são muito menores. “É importante que o aluno seja orientado e entenda que escolher uma universidade menos tradicional não significa que ele não terá uma educação de ponta”. Para o diretor, o custo/benefício de estudar fora melhorou, considerando-se os valores de algumas universidades particulares brasileiras, onde grande parte dos alunos não conseguem bolsa. Com as oportunidades que se abrem no mercado internacional, as possibilidades são mais reais e o que era sonho pode ser tornar uma realidade para muitos estudantes.

Em sua vivência com universidades internacionais, Humberto vê como muito positivo o envolvimento de alunos com o ensino internacional desde muito cedo, durante seu processo de formação acadêmica. Pela AmericanEdu, proporciona a integração de currículo americano com escolas brasileiras, promovendo a formação com dupla diplomação, o que representa um caminho importante para quem deseja prosseguir seus estudos em outros países.


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