Alunos do Magister International falam sobre a vivência High School


Dois alunos falam sobre suas experiências no programa High School, contando sobre o que consideram interessante e de que forma o curso poderá agregar em sua vida acadêmica e profissional futura.

Thamires de Sousa Lana e Felipe A. Fonseca têm em comum a idade, 15 anos, a série que frequentam no curso regular (2ª série) e o grande interesse pelo High School, que frequentam no Magister International Program. Nesta entrevista, eles apontam os benefícios do programa para a realização de seus planos futuros.

O que vocês destacariam no Programa High School?

Felipe: Em minha opinião, um dos principais pontos a destacar é o fato de termos uma professora nativa americana, com quem só podemos falar em inglês, o tempo todo. Dessa forma, fica muito mais interessante e fácil de entender US History, por exemplo, com todas as peculiaridades que somente um americano poderia conhecer sob o seu olhar.

Tenho que destacar, também, uma matéria que temos e se chama CreativeWriting, que me ajudou muito a me expressar em inglês, de forma estruturada. Isso também me ajudou a escrever melhor em português, o que foi muito legal.

Thamires: Ah, eu também concordo sobre a Professora Isa. Ter que falar em inglês nos ajuda a perder a inibição, ainda mais quando o outro é um nativo. Isso é ótimo, pois pretendo estudar fora e desse jeito já vou me familiarizando com o modo de ser dos americanos. O que eu quero dizer é que não ficamos presos à língua. Entendemos a cultura, o modo de ser do povo americano.

Quando houve a eleição do Trump, por exemplo, conversamos como se estivéssemos nos Estados Unidos, discutindo problemas locais e o modo de agir do presidente eleito.

O que vocês acham das aulas no High School?

Thamires: As aulas são muito diferentes, pois nelas somos muito mais independentes para fazer pesquisas e ao mesmo tempo ouvir música,resolver problemas, manifestar a opinião através de trabalhos e apresentações. Tudo muito especial. Parece que temos mais autonomia para aprender. As vídeoaulas são fantásticas e ajudam a rever o meu modo de aprender.

Felipe: Também concordo. Além do mais, adoro música americana e poder ouvi-las enquanto faço lição ou pesquisas, é muito bom. As aulas são dinâmicas e me ajudaram muito a melhorar meu desempenho no curso regular, principalmente em História. Outra coisa superlegal são os jogos que são feitos em sala. Um deles, que eu adoro, é o Taboo, que por associação amplia muito o repertório de vocabulário.

Quais são seus planos para o futuro?

Thamires: Recentemente teve a feira das universidades aqui na escola e eu tive a oportunidade de conversar muito com o Humberto, da AmericanEdu, que me deu dicas importantíssimas sobre estudar fora, a escolha de uma universidade e como elas aprovam um aluno. Eu pretendo estudar Comunicação na University of South Florida.

Felipe: Eu tenho planos de estudar Engenharia da Computação na universidade North Vancouver, no Canadá. E, realmente, o Humberto nos deu dicas muito importantes.

De que forma a participação em um programa High School pode ajudá-los a atingir seus planos?

Felipe: Acho que o principal diferencial é a base que temos para frequentar uma universidade internacional, tanto pelo uso do idioma como pelo conhecimento de outras culturas.

Thamires: A questão do certificado brasileiro e americano é fundamental para os objetivos de estudar em uma universidade fora do Brasil, e eu estou muito satisfeita com o apoio e orientações que recebo em sala, que me permitem uma vivência muito especial.

Obrigada pela entrevista!

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