Aumenta o número de brasileiros em universidades no exterior


Alunos de escolas particulares começam a se preparar desde cedo para conquistar vagas em universidades americanas

O número de estudantes brasileiros aprovados em universidades americanas aumentou 34,8% em 2015. Em busca de experiência internacional, melhores oportunidades de trabalho e preocupados com a situação das universidades públicas brasileiras, alunos de escolas particulares começam a se preparar já nos ensinos Fundamental e Médio.

Muitos alunos, que já têm o desejo de estudar fora do Brasil e contam com o apoio dos pais para a consolidação deste desejo, começam a preparar este futuro já freqüentando escolas que possam lhe proporcionar um bom embasamento para a admissão em universidades estrangeiras, como o caso de escolas que oferecem ensino internacional. Nelas, além do ambiente multicultural, o aluno convive também com as informações que são importantes para a sua formação extracurricular, como empreendedorismo, responsabilidade social, voluntariado e outras, requeridas nas entrevistas de muitas universidades.

Para Humberto Costa, diretor da AmericanEdu, que apresenta a palestra “O que as melhores universidades internacionais esperam de alunos brasileiros”, cada vez mais cedo os alunos procuram orientação para ingressar em universidades no exterior, com isso adquirindo melhores condições de aprovação nas avaliações. Por esta razão, tem participado de eventos em escolas por todo o Brasil, onde apresenta informações que esclareçam os candidatos a universidades americanas sobre os principais requisitos e habilidades que são valorizados para que se obtenha êxito e conquista a tão sonhada vaga. “O aumento que se verifica anualmente no número de brasileiros que buscam vagas em universidades americanas, principalmente, tem a ver com o melhor padrão de informação que estes alunos recebem no Brasil e também à insegurança do ponto de vista político e econômico do país”, comenta o diretor.

O processo de admissão nas universidades americanas leva em consideração três quesitos: as notas no SAT (não obrigatório), o application (onde o aluno apresenta o histórico escolar, as atividades extracurriculares que já fez e conta sobre sua vida e objetivos) e os documentos financeiros. “Várias universidades oferecem oportunidades de bolsa e é preciso estar atento a essas possibilidades, já que o custo médio para estudar em instituições muito prestigiadas, como Harvard, Yale, Princeton e Columbia, chega a US$ 75 mil ao ano. Em outras, a média é de US$ 40 mil ao ano”, conclui.

Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo


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